Patch Adams no Roda Viva

Em 1998, através do filme “Patch Adams – O Amor é Contagioso”, a figura do médico norte-americano Hunter Campbell “Patch” Adams conseguiu disseminar mensagens de carinho aos enfermos de todo o planeta. Enfermidades essas que, através do riso, poderiam ser tratadas com mais facilidade, não dando margem à percepção do ambiente fúnebre hospitalar.

Sim, tudo parece muito bonito e animador, mas não nos esqueçamos de que estamos tratando de um filme produzido em Hollywood. Não é uma questão de soar anti-hollywoodiano, mas, por exemplo, um longa-metragem baseado no sistema do SUS não seria tão atrativo quanto as palhaçadas de um médico que consegue emocionar uma população afetivamente tão carente.

Afinal de contas: quem é Patch Adams?

Seria fácil digerir a idéia de que o doutor circense estrelado por Robin Williams na verdade é um ativista que busca através do comunismo um  mundo melhor? Um pensador que, por refletir mais de duas vezes, critica o sistema de saúde do mundo inteiro? O intelectual que consegue medir com bons argumentos os absurdos que seu próprio país projeta para todas as sociedades?

Bem, é através desta entrevista, de primeira mão para vocês em meu blog, que tenciono mostrar o verdadeiro Patch Adams – segundo ele mesmo.
 

Parte 02, clique AQUI.
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Tenho plena noção de que raras serão as pessoas que chegarão a ver a entrevista toda – não apenas por uma questão de falta de interesse, mas também pela razão de muitos possuírem uma rotina corrida – porém, se eu conseguir tocar a atenção de alguém, terei a sensação de “serviço cumprido”.

Fonte: Programa Roda Viva do canal TV Cultura

Por Italo Lins

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One thought on “Patch Adams no Roda Viva

  1. Foda demais essa entrevista.
    E eu fico imaginando se cada pessoa que tivesse se emocionado tanto com o filme, visse esse verdadeiro Patch, o que diriam dele.
    Assim que vi isso, fiquei puto porque as pessoas ignoram o verdadeiro Patch Adams pra dar lugar a Robin Williams. Ultimamente, pensando melhor, me dei conta que eu ficar puto era exatamente o inverso do que Patch himself prega. Ou o que qualquer outro grande mentor, messias, pensador ou como você queira chamar. Jesus não fez nenhum dos apóstolos seguí-lo por ter raiva da ignorância deles.
    E é assim que nós devemos nos portar. Não atirar pérolas aos porcos, jamais. É isso que realmente significa.
    Incrivelmente, agora eu começo a entender quando Ednaldo Ernesto dava um esporro homérico em algum aluno, e depois falava “Mas é com todo amor”.

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