Bastardos Inglórios

Sinopse:

Bastardos Inglórios consegue, categoricamente, dar um rumo distinto à Segunda Grande Guerra Mundial, já que a storyline gira em torno de um irreverente grupo – Os Bastardos Inglórios – que, sob o comando do tenente norte-americano Aldo Rayne (Brad Pitt) tem a missão de exterminar cada fio de cabelo dos nazistas em uma missão no solo francês durante o Terceiro Reich.

Inclusive, a questão dos “fios de cabelo” não foi empregada por acaso, já que a especialidade do grupo judeu norte-americano é praticar o escalpo, que nada mais é uma tradição indígena de arrancar parte do couro cabeludo com algum material cortante.

Sabendo que a alta elite nazista estaria presente à estréia de um filme sobre o herói de guerra Fredrick Zöller (Daniel Brühl), os Bastardos Inglórios tramam um atentado para exterminar Hans Landa (Christoph Waltz), coronel da SS – abreviação de Schutzstaffel, a tropa de proteção alemã – e o próprio Adolf Hitler.

Embora não imaginassem que a dona do cinema era uma judia cuja família foi exterminada pelos expectadores que estavam sentados em seu estabelecimento.

Crítica:

Embora possua quase duas horas e meia de duração, o filme começa e termina em um piscar de olhos por ser tão cativante. Mesmo sendo bastante violento (apesar de ter menos sangue como de costume em filmes produzidos por Tarantino), Bastardos Inglórios é engraçado, dramático e muito bem representado.
Não foi à toa que Christoph Waltz, representando o coronel da SS Hans Landa, ganhou o prêmio de melhor atuação no festival de Cannes este ano, por demonstrar sua exímia fluência nos vocabulários alemão, francês, italiano e inglês.

Poliglotismos à parte, Bastardos Inglórios é realmente um must-have, e mostra que Tarantino ainda está eno topo produzindo ótimos roteiros – com ótimos e longos diálogos – e praticando uma filmagem impecável, o que pode tirar sua fama de “obcecado por violência nonsense”.

Para fazer o download do filme via torrent, clique AQUI.

Por Italo Lins

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5 thoughts on “Bastardos Inglórios

  1. Ah, mas tu esqueceu de falar da trilha sonora foda quase toda composta por Ennio Morricone, dos diálogos altamente bem construídos, da beleza da fotografia, entre outras coisas.
    Esse filme é genial. Eu não tinha dado muita atenção a Kill Bill, por serem quase filmes-homenagens, mas Tarantino me supreendeu fodamente com esse.

  2. Verdade!

    Por sinal, na questão da trilha sonora, rolou até David Bowie – que é o responsável pela canção teoricamente principal do filme.

    E de fato, a fotografia excelente, por mais que em algumas vezes ele tenha dado uma forçada pra falar algo do gênero “olha! eu sei fazer boas fotografias”, por exemplo naquela parte na qual o cara tira um creme pra pôr na comida do Landa.

    Mas valeu cara, é sempre bom contar com esses comentários mais embasados.

  3. “Embora possua quase duas horas e meia de duração, o filme começa e termina em um piscar de olhos por ser tão cativante.”

    Verdade. Muito bom mesmo esse filme. Um dos melhores do ano (se não for o melhor).

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