Dan Brown – O Símbolo Perdido

Famoso por chocar o mundo com revelações em ‘O Código da Vinci’, Dan Brown surge agora com o seu mais novo livro para chocar um pouco mais. O choque em questão se dá pela mistura de realidade e ficção, ligando o misticismo e a ciência.

Em ‘O Símbolo Perdido’, Dan Brown foca a trama nos maçons, diferente dos outros livros da saga de Robert Langdon, no qual o ponto principal é a Igreja Católica. Nesse, o autor quebra muitos dos preconceitos dados a essa incrível irmandade filantrópica que se espalhou pelo mundo, dando ao leitor uma nova visão para não só os maçons, mas as religiões também. Abrindo a mente para culturas e idéias diferentes.

A história se passa toda nos Estados Unidos, para ser mais preciso, em Washington D.C (D.C. = District of Columbia), que não deve ser confundida com o estado americano Washington, passando por muitos pontos históricos de incrível importância para essa cidade, para os Estados Unidos e por que não para o mundo. George Washington contratou Pierre L’Enfant, um engenheiro francês, para a criação da planejada cidade os dois tiveram a ajuda de Benjamin Franklin. Conhecido como os pais fundadores dos Estados Unidos. Os três eram maçons do mais alto grau. 

Sinopse: 
Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus conhecimentos de simbologia e sua habilidade para solucionar problemas. Em ‘O Símbolo Perdido‘, o professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos.
Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. Não obstante, está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo.
Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana – o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está. 
Crítica: 
Muitos teóricos da conspiração alegam que os pais fundadores dos Estados Unidos esconderam poderosos segredos e mensagens simbólicas nas ruas de Washington. Nessa aventura, muitos segredos são revelados, como alguns rituais maçônicos, entre eles o de iniciação, que começa a história. Mas não é só: os códigos maçônicos e até mesmo o maior dos segredos, a pirâmide maçônica (a que aparece no verso da nota de um dólar) são postos à luz.
A trama envolve, além do misticismo dos maçons, uma ciência ainda muito desconhecida, a ciência noética. As ciências noéticas compreendem um estudo interdisciplinar da mente, da consciência e de diversos modos de conhecimento, com foco especial nos campos da ciência, saúde mente-corpo, psicologia (transpessoal, integral e tradicional), artes, ciências da cura (terapias holísticas), ciências sociais e espiritualidade.
Qual é o papel da mente na saúde e no processo de cura? O que é a criatividade com relação ao potencial humano? O espírito sobrevive após a morte física? Como as experiências paranormais se integram na vida cotidiana? Como podemos encontrar maior inspiração, significado e propósito na vida? Se conhecêssemos as respostas a estas e outras questões perenes, elas mudariam nosso modo de viver?
Essas são as perguntas que as ciências noéticas tentam responder, em poucas palavras tentam descobrir o verdadeiro poder da mente. 
Por Arthur Rodrigues
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3 thoughts on “Dan Brown – O Símbolo Perdido

  1. Muito boa a postagem, meu garoto!

    Bem, assim que tiver a oportunidade, lerei esta obra do Dan Brown. Tenho uma pequena lista de livros à frente – a maior parte, sobre filosofia, o que significa que demorarei um pouco nelas provavelmente – mas com certeza entrarei em contato com esse livro, e os outros do autor.

  2. Hehe! Vlw, mas quem tiver a chance deveria mesmo ler, esse livro é divertido, interessante e cheio de conhecimento! vale muito a pena XD

  3. Bom post de estréia, Arthur! 😀

    Tendo lido dois dos livros de Dan Brown eu imagino como deve ser envolvente esse livro. Aquela ânsia pra ler mais e mais e mais.

    O tema é bem interessante, e eu acredito que Dan Brown trata com um tanto mais de seriedade e fundamentação histórica – o que não descarta a maestria no uso da ficção – o passado maçônico dos EUA, comparando-o a obras como o filme A Lenda do Tesouro Perdido.

    Ainda assim, é importante lembrar que Dan Brown tem um papel crucial como abridor de portas para conhecimentos desse nível. Ou seja, para saber distinguir a realidade da ficção, não basta lê-lo; é necessário muito mais pesquisa para separar o joio do trigo.

    Com certeza, lê-lo-ei em breve! O tema me interessa bastante e a leitura de Dan Brown é divertidíssima, além de rica em conhecimento.

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