Padrões de Intenção e a ordem pictórica: um resumo

“Nós não explicamos um quadro: explicamos observações sobre um quadro”. É assim que Michael Baxandall inicia o seu Padrões de Intenção – A explicação histórica dos quadros, uma obra subliminarmente reflexiva sobre a crítica e história da arte. A frase é a partida epistemológica da crítica inferencial, que encara o tato crítico e domínio histórico como quase a mesma coisa. Continue reading “Padrões de Intenção e a ordem pictórica: um resumo”